“Os Discípulos” é um capítulo peculiar do “Boa Nova”. Isso porque talvez seja o que guarda maior similaridade com o texto do Evangelho. Seu conteúdo está no trecho “Missão dos Doze”, em Mateus 10. Mas Humberto de Campos vai além, trazendo detalhes das orientações de Jesus que não constam no relato evangélico.

Simão Pedro de Lima escolheu este capítulo para comentar no 3º VIRaSER. O encontro dos amigos do SER foi dedicado ao livro sobre as passagens da vida do Mestre, psicografado por Chico Xavier. No momento desta palestra, os confraternistas regressavam de oficinas vivenciais. E a reflexão sobre o discurso soou bastante propício.

O expositor ressaltou que todos ali eram discípulos do Cristo. Nas casas espíritas de cada um, mas também nos postos de trabalho e dentro dos lares, devem agir em conformidade com os atributos do discipulado. Foi assim que ele pinçou algumas designações de Jesus do trecho do “Boa Nova”, direcionando-os para a atualidade.

Mas o paralelismo principal feito por Simão Pedro foi com a parábola do semeador. Ele analisa os três elementos da narrativa: o solo, a semente e aquele que sai a semear. Qual deles necessita aprimorar sua condição?

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