Marco Paulo di Spirito é expositor e pesquisador espírita. Ele participou da coletânea “Um novo olhar sobre ‘O Problema do ser, do destino e da dor’”. Esse livro, editado pela AME Brasil, revisitou a obra referencial de Léon Denis tratando das mesmas temáticas. Contudo, os 27 colaboradores lançaram um novo olhar, segundo a evolução da ciência e do conhecimento espírita passado um século.

Este seminário apresentou o conteúdo da publicação-tributo com a participação dos autores. Ele foi realizado em novembro de 2019 pela Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg). Marco tratou de seu artigo. Mas, para além do assunto, explorou o caráter científico da Doutrina Espírita.

Por esse aspecto, o conferencista rende tributo a Allan Kardec e Denis. São eles pensadores pioneiros do método de investigação da ciência espírita. Nas palavras do codificador, para um campo novo de conhecimento que se sistematizava, era necessária uma abordagem científica igualmente nova.

Mas Marco teme que esse ímpeto esteja se perdendo no movimento espírita brasileiro. Uma das razões seria o hermetismo metodológico da ciência material acadêmica, que ele critica com veemência.

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marcelo967

Excelente alerta para nós Espíritas sobre a necessidade de revermos e estudarmos as bases da própria Doutrina, ciência, filosofia e religião.

No Brasil este último aspecto tem superado os demais em nome da prática mediúnica. As casas espíritas se encontram distantes das discussões e investigações científicas e, talvez por isso, a “comunidade científica” traga uma certa desconfiança com o Espiritismo como ciência.

Em determinado momento a palestra ficou meio confusa com as críticas à cultura brasileira, às faculdades brasileiras de modo generalizado, e à comunidade científica. Rotula de “eles”, com alguns exemplos sofismáticos para desacreditar os critérios científicos aceitos pela comunidade científica.

Se é importante para o Espiritismo ser aceito como ciência, então será necessário submetê-lo aos critérios da comunidade científica. Precisamos estudar e investigar mais e criticar menos.

Como pretende demostrar o valioso material apresentado sobre as novas investigações e descobertas o redor do mundo em torno da temática do espírito.

marcelo967

Excelente alerta para nós Espíritas sobre a necessidade de revermos e estudarmos as bases da própria Doutrina, ciência, filosofia e religião.
No Brasil este último aspecto tem superado os demais em nome da prática mediúnica. As casas espíritas se encontram distantes das discussões e investigações científica e, talvez por isso, a “comunidade científica” tenha uma certo desconfiança com o Espiritismo como ciência.

Em determinado momento a palestra ficou meio confusa com as críticas à cultura brasileira, à comunidade científica sendo rotulada de “eles”, com alguns exemplos sofismáticos para desacreditar a comunidade científica.

Mas o material apresentado sobre as novas investigações ao redor do mundo é muito valioso.

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