As noções de imortalidade e reencarnação perpassam a história. Sábios como Pitágoras e Sócrates, na antiga Grécia, compartilhavam dessas crenças. Mas não passavam de intuições. Léon Denis afirmou que, por falta de testemunhos acerca da vida após a morte, o homem acabou rompendo com a religiosidade.

Leandro Franco, contudo, é taxativo sobre a existência de provas. Ele assegura que são inúmeras e antigas as pesquisas científicas que visavam comprovar os ciclos reencarnatórios e a mediunidade. O problema é que os resultados não vieram a público. Neste estudo são apresentados alguns deles, que remontam ao século XIX.

O médico é um dos autores de “Um novo olhar sobre ‘O Problema do ser, do destino e da dor’”. A obra-tributo é uma coletânea de artigos que revisitam o livro de Denis. Os colaboradores se debruçam sobre os mesmos temas, e este seminário contou com as exposições de alguns deles. O encontro foi promovido pela Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg) em novembro de 2019.

Leandro escreveu sobre “as vidas sucessivas”. E traça um panorama atualizado das pesquisas acadêmicas que trabalham a hipótese da imortalidade.

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