Florêncio Anton é um dos mais destacados médiuns psicopictográficos da atualidade. Tem viajado o Brasil com sessões de pintura mediúnica. E, por meio de seu dom espiritual, pintam grandes nomes da história da arte. Mas, aqui, ele fala. Relata sua experiência e oferece reflexões sobre a delicada relação entre mediunidade e sexualidade.

Esta divertida palestra integrou o seminário “Sexualidade, diversidade sexual e imortalidade da alma”. O encontro foi promovido em julho pela Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg).

O médium baiano realiza sua conferência contando a própria vida de maneira aberta. Compreender seus posicionamentos em relação ao tema requer conhecer suas vivências.

Florêncio observa que a figura do médium ainda é santificada e confundida com a de sacerdote. Já a prática sexual sempre sofreu a pecha de suja e pecaminosa. Seria, assim, o celibato a conduta ideal daquele que traz informações do plano espiritual para os encarnados? Ele conta que buscou essa solução. Mas, de forma dolorosa, aprendeu que não é a saída.

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