AUTOAMOR E ACEITAÇÃO DE SI MESMO EM JOVENS E ADULTOS LGBTI

A vulnerabilidade de adolescentes em relação à depressão e ao suicídio é alarmante. Quando esse momento de despertar da individualidade está associado a uma identidade sexual não-hetero, os riscos são muito maiores. Marcus Ribeiro apresenta pesquisas que atestam esse fator. E explica as razões dessa fragilidade.

Sua palestra compôs a programação do seminário “Sexualidade, diversidade sexual e imortalidade da alma”. O encontro foi promovido em julho pela Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg).

A exposição de Marcus é feita pela perspectiva do Espírito imortal. Ele se ampara em obras de Emmanuel e André Luiz sobre o assunto. E assegura ser uma ingenuidade buscar compreender a psique e o comportamento sexual de indivíduo apenas pela existência física atual.

Sobre o despertamento da sexualidade na adolescência, o médico apresenta uma progressão de fases. Há o reconhecimento, a aceitação e a afirmação. Ele entende ser a intermediária a mais difícil para os jovens LGBTI. A considerar o contexto social, aceitar-se é desafiador. Mas a autorrejeição pode ser pior.

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