No século XXI, as ciências médicas e, em geral, biológicas, vivem um dilema. Suas bases materiais estão em xeque. Ao contrário das expectativas, a genética, apesar dos avanços, não foi capaz de explicar o comportamento do homem. A herança dos genes dos pais não determina o desenvolvimento do indivíduo.

O fator imaterial vai penetrando o corpo das investigações científicas à medida que as abordagens convencionais não chegam a respostas. A chave é a mente, emanação do espírito, ou metassistema, como denomina academicamente o dr. Décio Iandoli Jr.. Na terceira parte do seminário Da Alma ao Corpo Físico, ele apresenta o estado da arte da ciência, descrevendo sua trajetória e a atual fase de ruptura. O encontro foi realizado em julho de 2017 pela Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg).

O médico e escritor relata que, apesar das evidências, a academia resiste em seu gene newtoniano. O salto epistemológico quebra paradigmas. Mas é cada vez maior o volume de artigos que consideram o elemento espiritual.

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