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A parábola do Filho Pródigo é cheia de transgressões sociais. No momento em que Jesus a contou, como descrito no capítulo 15 de Lucas, pessoas de vários tipos o ouviam. Eram homens e mulheres pobres, fariseus, prostitutas e cobradores de impostos. A história escolhida foi a do filho que pede ao pai sua parte na herança, recebe-a, gasta tudo, perde-se no mundo e volta para casa arrependido.

Jesus suplantou tradições para comunicar a dimensão infinita do amor daquele pai, que acolheu o filho e devolveu-lhe a identidade. O sentimento devotado à “ovelha” desgarrada superou convenções.

Haroldo Dutra Dias sugere que o maior pródigo da parábola é o pai, em sua capacidade de amar. O estudo faz parte de uma série sobre as parábolas evangélicas realizada no Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte, em parceria com o SER.

Esta, especificamente, é uma síntese do Evangelho. Ela nos lembra do infinito amor do Pai, que, independentemente de nossas desventuras, nos procura e vem reafirmar: somos filhos amados.

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