Ricardo Melo estimula a virtude de cultivar amizades. Ele conta várias histórias para exemplificar o caráter abençoado dessa relação. Este estudo ocorreu em 20 de julho, Dia do Amigo. A realização é do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte.

Jesus enalteceu a amizade em várias ocasiões. Ressaltou a vivência no círculo restrito dos apóstolos durante a última ceia. E chorou pela condição de um amigo, Lázaro, que desencarnara.

E, ao descer do Monte das Oliveiras, sabendo todas as agruras por que haveria de passar, o Cristo se depara com Judas seguido por soldados. Ao ver o discípulo, pergunta: “amigo, a que vieste?” Mesmo após a crucificação, o Mestre ensina que os laços da fraternidade afetiva se estendem após a morte. É ele quem, em Espírito, vai resgatar Judas após o suicídio.

Ricardo lembra outros testemunhos de amizade. São histórias de Chico Xavier, Humberto de Campos e outros personagens. E o palestrante ressalta o instrumento mais eficaz para se fazer amigos. É o trabalho no bem guiado pelo Evangelho.

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