Esta execução de “O Bandeirante” ganhou um reforço de peso: dezenas de vozes. A ocasião especial foi o Encontro Anual Cairbar Schutel de 2019. O evento ocorre em Matão (SP). Na cidade, o pioneiro da Doutrina Espírita viveu, atuou e chefiou a administração pública.

A apresentação da canção de Zé Henrique Martiniano fez parte da programação. O registro em áudio e vídeo, que integra o projeto “Mensagem dos Poetas Mortos”, foi o pano de fundo para o Coral de 100 Vozes. A regência do coro foi de Luiz Piquera.

“Vivi, vivo e viverei, porque sou imortal”. Essa célebre frase de Cairbar Schutel é a letra da música, um hino à imortalidade. Na verdade, é o epitáfio gravado no túmulo em memória ao bandeirante do Espiritismo.

Segundo o relato que ficou para a posteridade, ele próprio, recém-desencarnado, orientou sobre a inscrição na lápide. Para isso, o benfeitor instruiu os colaboradores do jornal “O Clarim”, por meio da psicofonia de Urbano de Assis Xavier.

“Mensagem dos Poetas Mortos” foi lançado juntamente com um livro em junho de 2019, em parceria com o Instituto SER. Os vídeos com as gravações das canções do álbum estão disponíveis na plataforma Espiritismo.TV.

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