O Portal Reação dá sequência ao projeto “Jesus e o Consolador”. Nesta série, ensinamentos e passagens do Mestre são lidos pelo ponto de vista espírita. E, neste episódio, o litoral do Nordeste brasileiro serve de belíssimo cenário para emoldurar palavras de vida eterna.

As bem-aventuranças estão grafadas de forma mais estruturada no capítulo 5 de Mateus. Esse trecho do Sermão da Montanha representou uma ruptura completa de perspectiva social. Os desvalidos do mundo e perseguidos seriam recompensados, sendo eles os verdadeiramente felizes.

Como entender esse aparente contrassenso? Com a palavra, Diego Aristófanes. De acordo com o jovem estudioso do Novo Testamento, as bem-aventuranças podem ser entendidas como um gênero literário.

O destaque deste vídeo são os aflitos, os que choram e padecem. À beira do mar, Diego ressalta um detalhe interessante do discurso do Cristo. Ouviam-no aos pés do monte pessoas sofridas que, por isso, ansiavam por mudanças. Logo, o impacto daquelas palavras foi enorme, transformador.

Não à toa, 18 séculos depois, Allan Kardec reservou a esse versículo um dos maiores trechos de “o Evangelho Segundo o Espiritismo“. As mensagens do capítulo V oferecem consolação às mais diversas formas de sofrimento.

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