Jesus veio ensinar sobre o Reino de Deus. Mesmo naquele tempo, esperava-se do Messias, de fato, um rei com domínio sobre terras, povos e riquezas. E, depois de dois milênios, ainda buscamos entender essas lições.

Contudo, o servo que se entregou para salvar a muitos segue um mistério incompreendido para o mundo. Acontece que, ainda assim, o Cristo é reconhecido como “rei dos reis”. Que realeza é essa?

A pergunta guia o episódio da série “Jesus e o consolador”, do Portal Reação. Nela, o projeto audiovisual de Brasília destaca trechos do Evangelho e lança sobre eles a lente do Espiritismo. O convidado para comentar o assunto deste vídeo é João Alves.

O expositor e pesquisador baseia sua reflexão em um texto de Allan Kardec. “A realeza de Jesus” está no capítulo 2 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, “Meu Reino não é deste mundo”. Nele, o codificador classifica o Mestre como um rei da moralidade.

E, a partir desse pensamento, João justifica a supremacia do Cristo. Os reis da Terra – sejam os políticos, das artes, das ciências ou dos esportes – só preservam esse status enquanto encarnados. Ao irem para o plano invisível, outros “monarcas” ocupam seus postos. Já Jesus é único e insubstituível.

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