Havia apenas dois meses que Camilo Rodrigues Chaves desencarnara em Belo Horizonte. E, em 14 de abril de 1955, manifestou-se na reunião mediúnica do Grupo Meimei, em Pedro Leopoldo. Naquela noite, ele falou pela voz de Chico Xavier. E Arnaldo Rocha, presente, destacou em texto posterior a notável segurança na fala. Para um Espírito que acabara de voltar ao plano maior, esse era um fato digno de nota.

Ainda na década de 1950, essas psicofonias de Chico foram transcritas por Arnaldo e compiladas em dois livros da FEB. Ele voltou lendo seus comentários introdutórios nesta série em áudio. “Instruções Psicofônicas” foi organizada e cedida pela Versátil Vídeo Spirite.

Camilo ocupava a presidência da União Espírita Mineira (UEM) quando desencarnou. Além de trabalhador da terceira revelação, foi escritor, professor e político. A fala do Espírito na psicofonia tem duas partes. Na primeira, ele relata seu processo de desencarnação e de como ainda se sentia um “convalescente”. Depois, faz uma defesa da Doutrina Espírita em seu papel de educadora de almas para a condição da imortalidade.

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