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Divaldo Franco repete a pergunta feita a Jesus por Saulo, a caminho de Damasco. “Senhor, que queres que eu faça?” Este estudo é um clamor, uma convocatória. Isso porque segundo o conferencista e médium baiano, todos nós sabemos a resposta. Já sabemos muito. Nunca soubemos tanto. Agora, é hora agir, de aplicar o que aprendemos com o Mestre e seus discípulos.

Mas fazer o que?  É o que Divaldo indica nesta palestra. Ela foi realizada em 2013, no 29º Congresso da Federação Espírita do Estado de Goiás (Feego). O foco é a caridade, explica. Compartilhar o fardo com quem o carrega sozinho. Atuar em sua esfera para mitigar a iniquidade. Pode parecer impensável, afirma Divaldo, que a fome, as epidemias e os vícios aniquilem milhões e milhões de homens em pleno século XXI. Mas são traços da transição planetária. Momento de aferição de valores íntimos. E apoiar a quem necessita de apoio é representa a chance de conexão com o eu verdadeiro em detrimento do ego.

Destaque para a primeira metade da exposição. Divaldo narra com a conhecida retórica fluida e eloquente um conto de Khalil Gibran, autor de “O Profeta”. Uma história sobre a injustiça humana, que se amplia ao se reproduzir.

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