Cada nação é um instrumento no grande concerto planetário. Com essa imagem, Emmanuel descreve as atribuições dos povos ante a humanidade. Cada um, portanto, possui suas responsabilidades, sua própria partitura a executar. E a dos hebreus era proclamar ao mundo o Deus único, imaterial e imanente.

Entretanto, Israel falhou em sua missão e comprometeu-se coletivamente. Esse é o veredicto anunciado no início do livro de Isaías. Este episódio da série de estudo concentra-se no trecho e no subsequente. Haroldo Dutra Dias realiza um sobrevoo dos capítulos 1 a 12.

Se a nação comissionada por Deus não realizou sua parte, o Criador, por sua vez, cumpre suas promessas. Sobre a terra prometida arrasada, deixaria um toco, um broto derradeiro, o Messias.

Haroldo lê dois trechos para simbolizar, respectivamente, o julgamento e a profecia messiânica. Eles se localizam nos capítulos 5 e 6. O primeiro trabalha a metáfora da vinha, tão frequente no antigo quanto no novo testamento. Já no segundo, Isaías narra sua visão de uma congregação de seres angelicais ao redor do Senhor. E Haroldo faz a conexão do relato com uma conhecida descrição de Emmanuel.

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