Jesus é o verdadeiro templo que encarnou na Terra? Ou, na verdade, é o melhor templo, a nos servir de “modelo e guia”? Neste episódio, Haroldo Dutra Dias reforça o fato de cada um de nós ser um templo de Deus. O Criador habita em nosso íntimo. Assim sendo, vemos na encarnação a imagem da transitoriedade da travessia pelo deserto.

A partir dessa reflexão, Haroldo retoma as leituras do episódio anterior. E explica por que o profeta Natan alertou o rei Davi de que seria um erro transformar a tenda móvel de Moisés em edificação permanente. O tabernáculo, que guardava a Arca da Aliança com as tábuas da Lei, era um símbolo da existência passageira na carne.

Outro equívoco, portanto, é tomar o Cristo encarnado como edificação sagrada permanente. Jesus passou por nós como referência excelsa, e o ignoramos. Nossa incompreensão culminou no episódio que Haroldo qualifica como a maior obsessão coletiva da história da humanidade.

Então, ele desenvolve um sólido estudo da lição “No escândalo da cruz”, de Emmanuel com psicografia de Chico Xavier. Quem, como o Mestre, conseguiria passar ao largo de tamanha pedra de tropeço?

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