“Que fazeis de especial?”, perguntou Jesus aos que ouviam o Sermão do Monte. Em que a crença religiosa aprimora o comportamento? O questionamento é o cerne deste episódio. Uma reflexão válida para cristãos e espíritas do século XXI. Isso apesar de a série focalizar um texto antigo, de aproximadamente 2.700 anos.

Haroldo Dutra Dias começa a examinar o primeiro capítulo de Isaías. O livro do profeta, por ter anunciado o Messias, é tomado como o Evangelho presente no Antigo Testamento.

Lamentando sobre Jerusalém em seus dias, ele afirma que a capital de Judá havia se prostituído. Ou seja, seus habitantes distanciaram-se das Leis de Deus. E o sinal mais claro disso era a iniquidade. O profeta percebeu a disparidade entre os preceitos da revelação monoteísta e a prática cotidiana. E contra essa contradição levantou sua voz.

Novamente, o contexto histórico é chave importante de interpretação. A cisão das doze tribos em dois reinos dificultou os desígnios da espiritualidade. De que servia o conhecimento da Torá se os judeus padeciam de imoralidades?

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