A série Estudando Êxodo à luz do Espiritismo está prestes a entrar numa nova fase. Os episódios mais recentes focalizaram os Dez Mandamentos. Eles foram analisados em sentido espiritual e com os óculos da atualidade.

Antes de dar o próximo passo, porém, Haroldo Dutra Dias faz uma revisão. O livro em estudo pode ser didaticamente dividido em três partes. São elas a liberdade, a fidelidade e a comunhão. E, reforça ele, convém não nos enganarmos. Reduzir Êxodo à narrativa histórica dos hebreus e sua relação com Deus demonstra uma leitura superficial. O texto atribuído a Moisés representa a trajetória evolutiva de cada ser humano imortal.

A terceira e última porção traz instruções da construção e da utilização do tabernáculo sagrado. Oferece, portanto, normas de se preservar a presença de Javé entre seu povo. Essa aliança requereu uma demonstração de fidelidade, por meio dos mandamentos.

Porém, a história começou no cativeiro. Os hebreus permaneceram aproximadamente quatro séculos como escravos no Egito. Mas o Senhor libertou-os na Páscoa. Haroldo traz para nossos dias essa dimensão do erro que aprisiona. Assim, lidamos de forma permanente com a junção entre o livre-arbítrio e a lei de causa e efeito.

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