“Não pronunciarás em falso o nome de YHWH teu Deus, pois YHWH não deixará impune aquele que pronunciar em falso o seu nome”. Este é o terceiro dos Dez Mandamentos, segundo a redação do capítulo 5 de Deuteronômio. E tema principal deste episódio.

O preceito sempre esteve presente na tradição. Normalmente, é dito desta forma: não dizer o santo nome do Senhor em vão. Mas o que isso significa? Essa versão popular traduz com fidelidade o escrito bíblico?

Haroldo Dutra Dias interpreta esse ponto da lei ancestral repassada a Moisés. O mandamento trata do respeito e da responsabilidade para com aquilo que é sagrado. Ou seja, proíbe e prevê a punição para quem malbarateia e explora o divino, o transcendente, para objetivos pessoais.

Talvez se possa afirmar que esse equívoco ocorre desde que o ser humano institui suas religiões. Isto é, sempre. Percebe-se tal infração em muitas ocasiões da história do Cristianismo. No movimento espírita não poderia ser diferente. E, nos tempos de Jesus, segundo o Evangelho, era uma nódoa na liderança judaica. Haroldo recorda que as falas mais duras do Cristo se dirigiam aos fariseus, que, com hipocrisia, pregavam determinada conduta, mas faziam o inverso.

Nos episódios mais recentes, a série vem estudando os Dez Mandamentos. Eles estão registrados bem no meio do livro de Êxodo. E, em respeito à proposta, a narrativa é analisada pela lente do Espiritismo.

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