Os episódios mais recentes do estudo de Êxodo trouxeram explanações gerais do Decálogo. A partir deste, Haroldo Dutra Dias passa a se deter em cada um dos mandamentos. Claro, o teor da Codificação Espírita e das obras subsidiárias é a referência de análise.

Os dez preceitos éticos foram transmitidos pela espiritualidade superior a Moisés. Logo, são ordens divinas visando ao aprimoramento das relações. Seja com o próprio Criador, seja entre os indivíduos. O patriarca, por sua vez, repassou as instruções a seus liderados em peregrinação. Tratam-se, portanto, de ensinamentos orais. Só posteriormente eles foram registrados nas duas tábuas de pedra, conforme o texto.

Para essa imersão, Haroldo trabalha a descrição do capítulo 5 de Deuteronômio. Os mandamentos estão grafados de forma mais objetiva nesse quinto e último livro do Pentateuco. E o primeiro é: “não haverá para ti outros deuses diante de mim” (ou na minha frente, ou acima de mim).

Haroldo traduz o preceito a partir do hebraico. E destaca sua originalidade e força para uma época de culturas religiosas eminentemente politeístas. O Deus de Israel é o Senhor de qualquer outro deus.

Mas o que depreender da norma? Que há outros deuses e que eles devem ser respeitados e amados. Mas nenhum como O Deus. Então, Haroldo expõe alguns conhecimentos espíritas acerca dos cocriadores em plano maior, como Jesus Cristo. E fala da progressão infinita da evolução das criaturas – aproximando-se cada vez mais do Criador -, o que inclui os Espíritos já purificados.

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apereira33

Olá Júlio, por acaso você já tem alguma notícia da edição do estudo 7 da sequência de Êxodos?

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