O apóstolo Paulo ensinou em uma de suas cartas que a letra mata e o Espírito vivifica. Essa sentença é bastante lembrada quando se conversa sobre a relação entre as escrituras sagradas e o leitor. Há aqueles que creem na exclusividade dos textos enquanto portadores da verdade. Ou seja, que eles bastam para se ter contato com o divino.

Não é assim que pensam – ou devem pensar – os espíritas. Esse debate sobre “o espírito da letra” motivou o episódio do estudo de Êxodo à luz do Espiritismo. O assunto surgiu de um ponto importante abordado no vídeo anterior. Haroldo Dutra Dias lembrou que, segundo o livro, Moisés recebeu os Dez Mandamentos, primeiramente, de forma oral. Só depois as tábuas de pedra escritas foram entregues a ele.

Daí, Haroldo reforçou a primazia da oralidade em relação à escrita na tradição do Judaísmo. A Bíblia Hebraica seria, assim, uma ponta da montanha de conhecimento da Revelação para aquela cultura.

O debate ressaltou a beleza e a potência da vivência em grupo em torno dos escritos. Dessa forma, pode-se viver o Evangelho e constatar a onipresença de Deus, dentro e fora de cada um de nós.

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