A aliança com o Pai é um dos principais temas da Bíblia, seja no Antigo ou no Novo Testamento. No Êxodo, segundo livro do Pentateuco, ela se verifica na transmissão dos Mandamentos e se aprofunda na presença, no tabernáculo. Mas o que está em jogo nessa espécie de “contrato espiritual”? Como ela se efetiva e com que graus de contrapartidas?
Essas são algumas questões que direcionam o episódio do estudo de Êxodo à luz do Espiritismo. Em destaque, a natureza da relação do Criador com a criatura humana. Haroldo Dutra Dias ressalta que religiosidade é relacionamento. E o mais importante nesse aspecto é aquele estabelecido com Deus. Essa relação irá determinar o caráter de todas as outras vividas pelo indivíduo, inclusive a com ele próprio.
Haroldo lembra que, ainda hoje, o monoteísmo judaico pode ser considerado o mais sofisticado. Conceber atributos imateriais de Deus e com ele se relacionar permanentemente e com fidelidade constitui um desafio.
Então, Haroldo parte para uma exemplificação a partir da literatura espírita. Ele trabalha um trecho de “Evolução em Dois Mundos”, de André Luiz. No capítulo 13, intitulado “A alma e os fluidos“, o autor conceitua os fluidos vivos e sua constante interação com a fonte da matéria cósmica, da qual são derivações. Trata-se do pensamento.

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