O Livro dos Espíritos“, em sua edição atual, tem 1019 questões. Mas também conta com Introdução e Conclusão, escritas por Allan Kardec. E, além disso, há os “Prolegômenos”, o prefácio de autoria da espiritualidade. Esses três textos são menos lidos e estudados pelos leitores, que se voltam prioritariamente às respostas dos benfeitores.
Mas esse material menos acessado reúne argumentos e sínteses que ajudam a esclarecer a obra. Marcelo Uchôa inicia, neste episódio, o estudo da Introdução do marco do Espiritismo. Os três anteriores trouxeram o resumo da biografia do professor Rivail, da infância às primeiras participações nas sessões mediúnicas.
O texto que abre “O Livro dos Espíritos” divide-se em 17 partes. Na primeira, de pronto, Kardec apresenta sua máxima célebre. Para coisas novas, são necessários termos novos. Partindo dessa ideia, ele cria o neologismo Espiritismo. Seu intuito foi distinguir a nova doutrina das espiritualistas diversas.
Marcelo explica por que é equivocada a denominação kardecista. E, conforme os esclarecimentos do codificador, justifica a classificação do Espiritismo como ciência e também como filosofia. Para isso, descreve seu método e seu propósito de investigação.

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