DELÍRIOS, ALUCINAÇÕES E MEDIUNIDADE – PARTE 02

Na segunda parte do seminário, dr. Roberto Lúcio Vieira defende o crivo de critérios técnicos para se diagnosticar um indivíduo. Uma conclusão equivocada pode ser muito prejudicial. Medicar quem não precisa é tão grave quanto não medicar quem precisa. Conhecimento, informação e bom senso são balizas para diferenciar mediunidade de delírios e alucinações.

Neste estudo, realizado pela Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg), o psiquiatra relata resultados de estudos recentes. Tanto a psiquiatria quanto a psicologia são campos da saúde eminentemente materialistas. Apenas nas últimas décadas a ciência vem deixando de tratar como distúrbios da mente a comunicação com espíritos.

O diretor técnico do Hospital André Luiz cita as pesquisas desenvolvidas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Do trabalho, coordenado pelo dr. Alexander Moreira, resultaram diretrizes que descrevem as experiências mediúnicas para diferenciá-las dos transtornos mentais. O material foi encaminhado à Organização Mundial de Saúde (OMS).

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