Ciência e religião formam uma relação de dicotomia na história da humanidade. Nos dias atuais, o aparente paradoxo persiste. Contudo, confissões religiosas, como o Espiritismo, convivem bem e mesmo se atestam nas práticas científicas. Além disso, pesquisas acadêmicas confirmam os benefícios da religiosidade para a vida, não apenas em seus aspectos culturais.

“O homem é um ser religioso”, escreveu Carl G. Jung. Por esta afirmação, o psicanalista compreendeu que o ser humano, intrínseca e intimamente, busca sentidos para sua existência na transcendência. Convém diferenciar religião de espiritualidade. Este é um dos tópicos trabalhados por Ciro Dafia neste estudo. Ele foi realizado em maio, na Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg). A palestra integra o curso de princípios de medicina espírita.

Dafia, amparado em dados, atesta que pacientes com maior prática espiritual e/ou religiosa, estão mais protegidos contra doenças. Além disso, essas características permitem a ressignificação íntima das patologias, o que favorece tratamentos. A dimensão da causa espiritual dos males à saúde é uma premissa necessária na relação entre paciente e profissional de saúde.

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