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A medicina ainda tem informações incompletas sobre o autismo. Menores ainda são os recursos terapêuticos que tem a oferecer. A catalogação da doença psiquiátrica é da década de 1940. Ainda mais recente sua caracterização, com a identificação de como ela afeta áreas do cérebro.

Contudo, a literatura espírita oferece interpretações. E não é casual o aumento de casos de crianças autistas na atualidade. O dr. Carlos Sobreira Maciel faz um apanhado teórico-doutrinário sobre o tema neste estudo. O curso com o psiquiatra do Hospital Espírita André Luiz foi realizado em junho na Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg).

Segundo a espiritualidade, a doença é um autoisolamento do espírito. Por reiterados choques contra as leis divinas em vidas passadas, ele acaba afetando a formação genética do corpo que passa a abrigá-lo. E essa alternativa é uma fuga das condições que atormentam. Se não há medicamentos que curem ou tratem o autismo, dr. Carlos cita as terapias multidisciplinares. E recomenda, especialmente, o exercício do amor pela família.

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