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José Passini questiona o que temos feito pela própria paz no dia a dia. Descontraída e direta, sua palestra inquire os hábitos dos espíritas. Ela foi realizada no 2º Congresso da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte (AME-BH). O encontro ocorreu em setembro. E a conferência tem tradução em Libras.

Somos células da sociedade. Se a paz do mundo parte de mim, o que faço por ela? Se minha casa ou meu trabalho é um inferno, como reajo? Levo água ou mais brasas? Passini ressalta que somos agentes e zeladores da paz. Devemos, segundo ele, resguardá-la como o avarento faz com seu tesouro.

Emmanuel recomenda o cultivo a paz como quem planta flores. É nos pequenos gestos que ela cresce. O que temos lido? O que permitimos entrar em nossa casa pela TV? Meus diálogos e relacionamentos são pautados pela fraternidade cristã?

Para trabalhar essas lições, o professor de 92 anos conta várias histórias. O ex-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) é um patrimônio vivo do movimento espírita. E, aqui, ele dá dois ingredientes para a construção da paz íntima: oração e perdão.

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