SE SÓ SE SALVASSE O SERMÃO DA MONTANHA, NADA ESTARIA PERDIDO

Se toda a literatura se perdesse e só se salvasse o Sermão da Montanha, nada estaria perdido. O interessante é que o pensamento que dá título a esta palestra não pertence a um cristão. Seu autor é Mahatma Gandhi. E tal apreço do líder indiano deve-se às raízes do amor no discurso de Jesus.

Anete Guimarães, contudo, adverte. Conhecemos pouco essa fala do Mestre cujo teor é revolucionário. Trata-se de uma ruptura moral e espiritual. E ela convida a seu estudo permanente, em especial, no movimento espírita.

Mais do que isso, conclama à assimilação como sementes no coração. Só assim poderemos semeá-las pelos mais diversos tipos de terreno. Anete cita em sua conferência outro sermão, do padre Antônio Vieira. Baseado na Parábola do Semeador, o célebre pregador do século XVII, questiona porque, hoje, tantos cristãos convertem tão poucos, diferentemente dos primeiros anos do Cristianismo. Questionou Vieira: a palavra de Deus perdeu a força?

Esta palestra fez parte do 5º Congresso Espírita de Uberlândia (CEU). Em 2020, o encontro, realizado pela Web Rádio Fraternidade, teve as bem-aventuranças como tema. Todas as atividades contaram com interpretação em Libras.

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