Antônio Cesar Perri faz um alerta nesta palestra. O movimento espírita deve repensar suas práticas para acolher melhor as famílias. Na visão dele, especialmente os jovens são defrontados com verdadeiros espantalhos dogmáticos dentro dos centros. O estudo foi realizado no 1º Congresso Espírita de Uberlândia, em 2016. O encontro é promovido pela WEB Rádio Fraternidade.

O espírita tem um papel crucial em defesa da vida e na difusão da instrução consoladora. Entretanto, segundo o ex-presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB), os desafios práticos estão postos. O movimento espírita, em muitos casos, tem se fechado a quem mais necessita de sua iluminação. Existe a necessidade de adequação à realidade social brasileira.

E a família, o núcleo da sociedade, é uma das instâncias que mais requerem zelo na atualidade. Na visão de Perri, o melhor que podemos fazer é contribuir para o fortalecimento dos laços de família, contra o “recrudescimento do egoísmo”. E, para esse propósito, a base filosófica e religiosa que a Codificação dispõe é insuperável.

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