Este novo momento de debate na 1ª Bienal do Livro Espírita parte de uma pergunta. O livro é um importante instrumento de divulgação da Doutrina? E, se o foi em sua origem e nos seus primeiros anos, continua desempenhando esse papel?

Os participantes do bloco não têm dúvida quanto ao teor afirmativo da resposta. As obras impressas servem não apenas para divulgar o Espiritismo, mas constituem seus melhores divulgadores. E justificam: as publicações têm um forte potencial transformador moral, sendo este o grande objetivo da terceira revelação.

Nesse bate-papo estão Christiane Drux, Ivana Raisky, Luciana Custódio e André Siqueira. O compositor Nando Cordel entra na parte final da e não apenas canta, como também expressa seus pontos de vista. A mediação é do apresentador do encontro, Gutemberg Paschoal.

Se há consenso quanto à relevância das obras para a educação e a transmissão do conhecimento espírita, como fazer para que esse tesouro literário, de fato, seja aproveitado? Os debatedores reforçam que o espírita deve se dedicar ao estudo e à leitura permanentemente. Eles comentam sobre os títulos mais indicados a quem chega à Doutrina. E justificam porque a Codificação, como toda a produção de Allan Kardec, segue fundamental na formação da mentalidade espiritista.

A 1ª Bienal do Livro ocorreu em maio, em formato online. A realização foi do Instituto de Difusão Espírita Allan Kardec (Ideak), abrigando a arte em todos os momentos da programação. As atividades tiveram interpretação simultânea em Libras.

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