A LITERATURA ESPÍRITA COMO VEÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO DO SER INTEGRAL

A 1ª Bienal do Livro Espírita contou ainda com debates. Esses momentos foram chamados de cafés literários. Os expositores voltaram para conversar e responder as perguntas dos internautas.

O tema desta primeira mesa redonda foi a literatura espírita como veículo de transformação do ser integral. Participaram Alexandre Pereira, Ana Tereza Camasmie e Geraldo Campetti. Gutemberg Paschoal fez a mediação, como também a apresentação de todo o encontro.

A conversa se iniciou com o tema da identidade. O que caracteriza um livro espírita? Já que se reconhece seu potencial transformador, necessário é entender sua natureza. Ampliando o foco, eles trataram do benefício da identificação espírita nas pessoas, nas instituições e em suas práticas.

Dois subtemas se destacaram na conclusão do bate-papo. O primeiro foi a atualidade das obras básicas e das subsidiárias, em especial, as psicografadas por Chico Xavier. Houve um consenso de que não elas que necessitam renovação, mas os leitores, e com a ajuda delas. Por fim, discutiu-se a relação da juventude com o Espiritismo. A literatura pode servir para fortalecer esse vínculo?

A realização da bienal foi do Instituto de Difusão Espírita Allan Kardec (Ideak), do norte fluminense. O evento teve formato online. E todas as atividades contaram com interpretação em Libras.

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