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Ciro Dafia justifica por que é impossível dissociar ciência e espiritualidade se o tema é a glândula pineal. O estudo abriu a 36ª Semana de Psiquiatria e Espiritismo, realizada em outubro. O encontro é promovido pela Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (Amemg).

Na conferência, o médico apresenta como as descobertas sobre o órgão evoluíram em um século. Minúsculo, a medicina entendia, antigamente, tratar-se de um apêndice no cérebro que tendia a desaparecer com a evolução fisiológica do homem. Entretanto, evidenciam-se suas funções e sua importância para o corpo e para o espírito encarnado.

Décadas antes das conclusões científicas, a obra de André Luiz foi pioneira. Em livros como Missionários da Luz e Evolução em Dois Mundos, a atuação da pineal é descrita em detalhes. Como uma antena, ela capta ondas eletromagnéticas e as traduz, da mente, para o sistema psicofísico. Daí seu caráter essencial para o exercício da mediunidade. Ciro Dafia explica como se dá essa interação intermediada pela glândula. Além de demonstrar seu papel no organismo.

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